terça-feira, 5 de julho de 2011

OAB: cursos com aprovação zero devem ser supervisionados

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deverá enviar ofício ao ministro da Educação, Fernando Haddad, para solicitar que as faculdades que submeteram estudantes à última edição do Exame de Ordem, e não tiveram nenhum candidato aprovado, sejam colocadas em regime de supervisão por parte do MEC.

A instituição submetida a este regime tem seus índices de aprovação em exames de proficiência acompanhados de perto pelo MEC e devem cumprir algumas metas estabelecidas, sob pena de serem penalizadas com redução de vagas, suspensão de cursos e, em casos extremos, fechamento do curso. Oitenta e uma das 610 faculdades brasileiras não tiveram nenhum candidato aprovado.
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, lembrou que a advocacia e a sociedade brasileira têm sofrido com a existência de instituições de ensino que continuam a cometer um verdadeiro estelionato educacional com os jovens que, com sacrifício, frequentam e pagam um curso de Direito confiando que um dia terão o conhecimento necessário para se tornarem advogados.
"Quando termina o curso e se submete ao Exame de Ordem ou a um concurso, o candidato é reprovado. Ou seja, no final, ele verifica que tem um diploma na mão, mas que nada vale em termos de formação", explica Ophir ao comentar a estatística dos cursos com aprovação zero na última edição do exame. "Não somos contra o ensino; somos contra o mau ensino jurídico", diz o presidente.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Para Verri, improdutividade foi marca do primeiro semestre do governo Richa

O governo Beto Richa (PSDB) completou nesta quinta-feira (30) seis meses. Na opinião do deputado Enio Verri, líder da oposição na Assembleia Legislativa (Alep) e presidente do PT do Paraná, o período foi marcado pela improdutividade do governo estadual. “Levando em consideração os principais anúncios, os projetos enviados à Alep e a receptividade da população, é possível perceber que pouco ou quase foi feito até agora”, disse.

Verri destacou que os maiores investimentos anunciados pelo governo Richa para o Paraná no período foram, na realidade, recursos provenientes do governo federal. Para exemplificar, o deputado citou o anúncio de R$ 700 milhões (sendo R$ 600 mi do governo federal), em abril, para a construção de 25 mil moradias populares e R$ 126 milhões (R$ 68 mi do governo Dilma), em junho, em investimentos para a área da educação.

“Os principais temas colocados na pauta pelo governo estadual foram justamente os investimentos do governo Dilma. É precipitado fazer uma análise aprofundada depois de seis meses de mandato, mas, até agora, a gestão Richa ainda não mostrou a capacidadade de investimentos do Paraná nem deu início a nenhum projeto próprio, de relevância, para o Estado”, afirmou.

O líder da oposição na Alep também criticou a inércia do governo estadual por conta dos poucos projetos do Executivo enviados à Assembléia.

“Foram projetos que pouco contribuíram para a população ou para a eficiência na gestão, pelo contrário. As supersecretarias, por exemplo, concentram um poder demasiado na família Richa, enfraquecendo o diálogo interno do próprio governo e também com a sociedade. O projeto das agências reguladoras, por sua vez, levanta sérios questionamentos sobre as intenções do governo Richa em relação às empresas estatais”, explicou.

Verri ainda cobrou mudanças no discurso dos governistas. De acordo com o deputado, é preciso parar de apontar os problemas deixados pelos governos anteriores como causadores da inatividade do Estado e começar a mostrar serviço.

“O governador não foi eleito para procurar culpados, mas para cumprir os projetos apresentados na campanha, construindo um Paraná melhor. Até agora, o Paraná continua aguardando. Como oposição iremos cobrar o reajuste de 26% dos professores, conforme prometido na campanha eleitoral, o pagamento da PEC 64 aos policiais civis e militares, os investimentos na saúde, principalmente aos hospitais regionais e universitários, entre outras questões que iremos colocar na pauta política no restante do mandato”.

Assessoria de Imprensa Enio Verri


Dilma: Plano Safra vai permitir expansão da produção e compra de máquinas

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (4) que o Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/2012 vai oferecer juros mais baixos, ampliação do crédito e maior prazo para pagamento, além de garantias para agricultores prejudicados por enchentes e secas e pela queda no preço de produtos.

No programa semanal Café com a Presidenta, ela avaliou que as mudanças vão permitir a expansão de áreas de produção e da compra de máquinas e de sementes, aumentando a venda de produtos e, consequentemente, a renda dos produtores.

“Se o agricultor perder a colheita, ele vai agora poder pegar até R$ 4 mil para se sustentar, e a dívida do banco vai ser zerada. Ampliamos também o Programa de Garantia de Preço da Agricultura Familiar, que vai ser usado para compensar as perdas quando o preço de um produto ficar abaixo daquilo que o agricultor gastou para produzi-lo. Quando isso acontecer, o governo vai dar um desconto do empréstimo que o agricultor tomou”, explicou.

O lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/2012 estava previsto para a última sexta-feira (1º) no Paraná, mas foi cancelado em razão de más condições climáticas na região e remarcado para o próximo dia 12, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário.

O pacote vai disponibilizar R$ 16 bilhões para as linhas de custeio, investimento e comercialização do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Do total, R$ 7,7 bilhões serão destinados a operações de investimento e R$ 8,3 bilhões para operações de custeio.

Dilma destacou ainda que o governo já tem pronto um projeto que regulamenta o Sistema Único de Atenção à Sanidade Animal (Suasa). O objetivo é diminuir a burocracia na venda de produtos como queijo, geleia e mel. Segundo a presidenta, a expectativa é descentralizar a fiscalização e fazer com que os estados tenham maior participação.

“Vamos fazer esse processo sem diminuir as cautelas necessárias à garantia da qualidade sanitária dos produtos agrícolas brasileiros, porque isso significa também proteger a saúde da população”, concluiu.

Agência Brasil


sábado, 2 de julho de 2011

O poder emergente

O crescimento da economia brasileira e a melhoria  na distribuição de renda proporcionaram mudanças significativas na vida de milhões de pessoas. Mais da metade da população brasileira compõe hoje a classe C, segundo dados do IBOPE. De acordo com o levantamento, são mais de 32 milhões de pessoas nas principais regiões metropolitanas do país, com renda mensal entre R$ 1.500 e R$ 5.000, o que permite a realização de muitos sonhos.
As coisas começaram a mudar nos pais há alguns anos. Com a melhoria na distribuição de renda, muitos trabalhadores foram às compras, adquirindo talvez seu primeiro fogão novo ou sua primeira geladeira zero quilometro. Com a ampliação do crédito, também chegaram aos lares dessas famílias telefones celulares, TVs de última geração com canais pagos, computadores com acesso a internet, máquinas fotográficas digitais, MP3 players...
Muito foram ainda mais longe, fizeram às primeiras viagens de avião, o carro zero e até a casa própria. Outra novidade importante é o número crescente de jovens da classe C que chegaram ao ensino superior.
Para a antropóloga Luciana Aguiar “o avanço em algumas áreas, com o aumento no emprego, a evolução de indicadores educacionais e a  ampliação das políticas sociais relacionadas ao repasse de rendas e aumento real do salário mínimo, foram preponderantes para a alteração do panorama do país”.
A partir da ascensão da classe C, as empresas tiveram de se adaptar para suprir a nova demanda e, mais do que isso, atender as expectativas de um novo perfil consumidor. “Esse novo consumidor é exigente e preza muito a relação custo/benefício. Não se importa de pagar um pouco mais se estiver seguro quanto à qualidade e os benefícios do produto ou serviço. Conseqüentemente, esse consumidor é mais fiel as marcas e costuma fazer mais pesquisas de preços que as classes A e B”, explica o sócio diretor do Instituto Data Popular; Renato Meirelles. Ele pondera, no entanto, que “empresários e executivos precisam quebrar a barreira do preconceito, que ainda existe, quando olham para a classe emergente. As empresas estão engatinhando. O executivo sente a necessidade de mudança, mas ainda reluta. Agora, quem quiser ser líder de mercado precisa liderar nas classes C e D”.
Na opinião de Meirelles, a tendência de crescimento da classe C no Brasil vai continuar nos próximos anos. O otimismo também toma conta da opinião pública brasileira. A mesma pesquisa indica que, em 2005, 74% da população estavam otimistas com o ano seguinte. Em 2009, o percentual subiu para 84%.
O estudo aponta ainda que boa parte dessa classe emergente.se programava para comprar imóveis e carros no prazo máximo de um ano. Entre os segmentos com potencial de crescer, a pesquisa identificou como preocupações, principalmente dos jovens e mulheres, o aprendizado de um segundo idioma e os cuidados com a aparência.
Os investimentos em beleza e produtos de higiene se refletem em outro estudo, realizado pelo Instituto Data Popular sob encomenda do jornal Folha de S. Paulo e divulgado no início de marco. Esses gastos com produtos cresceram de R$ 2,4 bilhões em 2002, para R$ 19,8 bilhões no ano passado; uma elevação de 725% no período.
Especialistas concordam com as previsões positivas. “A enorme mobilidade social vivida pela classe C vai sustentar o potencial de crescimento do mercado brasileiro de consumo. Com isso, é impossível observar o movimento de aproximação entre o consumidor e o padrão típico de países desenvolvidos bastante exigentes’, conclui.

Entenda como universidades federais utilizam o Enem

A decisão da UFRJ de abolir o vestibular e usar só Enem escancarou as diferenças entre as principais universidades dos principais pólos de ensino do País. A UFRJ anunciou que vai oferecer suas mais de nove mil vagas exclusivamente pelo Enem, enquanto a USP, Unicamp e UNESP, continuam tendo vestibulares próprios. Apesar das principais universidades paulistas serem estaduais, a eficiência de um único exame nacional como forma de avaliação dos candidatos ainda é interpretada de modos diferentes pelas instituições.
A USP, considerada a melhor universidade do País, passou a usar o Enem no somatório em 2000,  e  parou em 2009 após atraso do exame após  vazamento da prova. O processo de seleção é feito através do vestibular da FUVEST, fundação própria que elabora o exame. As inscrições começam no dia 26 de agosto e a prova da primeira fase acontece no dia 27 de novembro. A segunda etapa será entre oito e 10 de janeiro.
A Unicamp, por sua vez, teve mudanças consideráveis nos últimos anos após diminuir a notória importância que dava às questões dissertativas. Ao apostar numa avaliação  objetiva, o vestibular da estadual de Campinas voltou a se assemelhar as outras estaduais paulistas, como era até os anos 80. Mesmo não utilizando a nota do Enem na primeira fase, é permitido ao candidato que passar à segunda fase optar por usar a nota do Enem como complemento da nota da primeira fase no cálculo da nota final do exame. A primeira fase será dia 13 de novembro, e a segunda de 15 a 17 de janeiro de 2012.
Assim como fez no vestibular de meio de ano, a UNESP deve utilizar o resultado do Enem 2009 ou 2010 no somatório dos candidatos do vestibular 2012. Em 06 de novembro, acontece a primeira fase e segunda nos dias 18 e 19 de dezembro.
Assim como na UFRJ, em outras federais também fica clara uma maior penetração do Enem como critério de avaliação dos candidatos. No Estado de São Paulo a Unifesp é a única universidade federal que utiliza o Enem como único meio de ingresso para alguns cursos. Para outros cursos, como Medicina, há, além do Enem, uma prova complementar e configurando assim o Sistema Misto de Ingresso.
Em cada instituição, independente do Estado, o Enem é utilizado de maneira diferente. Em Minas Gerais, a UFMG utilizará o Enem em dois momentos, como primeira fase e na segunda etapa com a redação. As provas específicas são formuladas pela federal. A segunda fase acontece de 3 a 6 de janeiro de 2012.
Na Universidade Federal da Bahia, o Enem vale apenas para alguns cursos de bacharelado interdisciplinar como ciências e tecnologia, saúde, artes e humanidades. Para todas as outras graduações o candidato deverá fazer o vestibular comum.
A prova do Enem representará 10% da nota final dos vestibulandos da UFPR. Além das 5.087 vagas do vestibular, outras 529 serão preenchidas através do Sisu. As datas são 13 de novembro para a primeira fase, e 11 e 12 de dezembro par a segunda.
A UnB ainda não divulgou o edital do próximo vestibular, mas se fizer como em 2010, deve utilizar o Enem apenas para preencher as vagas remanescentes do vestibular e do programa de avaliação seriada. Também sem edital divulgado até o momento, o processo de seleção da UFRGS pode repetir o último sistema adotado, quando o Enem foi usado como parte da nota, a critério do candidato.
Outras universidades que usarão apenas o Enem para selecionar seus alunos:
Universidade Federal do ABC
Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
Universidade Federal do Pampa
Universidade Federal de Mato Grosso
Universidade Federal do Ceará
Universidade Federal de Ouro Preto
Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Universidade Federal do Maranhão
Universidade Federal de Alfenas
Universidade Federal de Pelotas
Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal do Rio Grande
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Universidade Federal do Vale do São Francisco
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Universidade Federal de Itajubá
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
Universidade da Integração Luso-Afro Brasileira (Unilab)
Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila)
Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Instituto Federal do Amapá
Instituto Federal do Maranhão
Instituto Federal do Piauí
Instituto Federal do Pará
Instituto Federal do Rio de Janeiro
Instituto Federal Baiano
Instituto Federal do Sertão Pernambucano
Instituto Federal do Espírito Santo
Instituto Federal Catarinense
Instituto Federal de Mato Grosso do Sul
Instituto Federal de Santa Catarina
Instituto Federal da Paraíba
Instituto Federal de Roraima
Instituto Federal do Ceará
Instituto Federal do Rio Grande do Sul
CEFET-RJ
Escola Nacional de Ciências Estatísticas

Por Felipe Mortara, estadao.com.br

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vargas: Atração de investimentos para o Paraná estará na pauta com Gleisi

O secretário nacional de Comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PT-PR), afirmou após a posse da nova ministra-chefe da Casa Civil, a paranaense Gleisi Hoffmann, que as oportunidades para o Estado emplacarem seus grandes projetos de infraestrutura e desenvolvimento aumentaram muito a partir da nomeação de Gleisi.
Vargas, que nos últimos 15 anos acompanhou a nova ministra, na secretaria de Estado do Mato Grosso do Sul e Gestão Pública em Londrina, na militância do PT do Paraná, onde ela sucedeu Vargas na presidência, conhece bem sua competência e capacidade de diálogo. “Ela vai fazer história em Brasília”, afirmou.
 Vargas afirmou que o Estado tem seus interesses. “O Arco Norte, projeto de integração de cidades do norte do Estado, que deve ser incluído no PPA; obras de infra-estrutura, como ferrovias que devem passar pelo Paraná; atração de investimentos e empresas estará na pauta com a nossa ministra Gleide. Vamos dialogar conversar e harmonizar a sua relação com o parlamento para que possa implementar um bom trabalho, mas ao mesmo tempo vamos apresentar a ela os projetos do Paraná”, reforçou.
Sobre uma possível reunião da ministra com a bancada paranaense, Vargas afirmou que aguardará que ela tome pé da situação, para que se possa começar um diálogo específico sobre os projetos do Paraná. “Tudo que diz respeito ao Paraná passará por ela. Até o governador terá que estabelecer um diálogo mais aberto e maduro com o Governo Federal”.
Sobre os desafios na Casa Civil, Vargas lembra que Gleisi está substituindo um grande ministro que foi  Palocci e por ali também já passou a atual presidenta Dilma Rousseff. “É um ministério que tem de se articular com todos os demais, com as forças da sociedade e organizar os projetos que possam ter resultado. A presidenta é muito exigente, o principal desafio de Gleisi será integrar a equipe para que todos trabalhem em conjunto”, ressaltou.
Sobre o futuro do ex-ministro Antônio Palocci, Vargas avalia que ele deva voltar para a iniciativa privada, trabalhando em sua consultoria.
Outras Notícias
Fonte: Assessoria de Imprensa André Vargas

Produção industrial brasileira atinge patamar recorde

REUTERS
RIO DE JANEIRO  A produção da indústria brasileira voltou a crescer em maio após a queda de abril, que foi menor do que a divulgada anteriormente, e atingiu patamar recorde.
A alta em maio foi de 1,3 por cento ante abril e de 2,7 por cento sobre igual mês de 2010, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira. O crescimento anual reverte dois meses seguidos de taxas negativas.
Analistas consultados pela Reuters projetavam altas mês a mês de 1,1 por cento e avanço anual de 2,2 por cento.
'Com o avanço de 1,3 por cento observados no total da indústria entre abril e maio, o patamar de produção do setor alcançou o ponto mais elevado desde o início da série histórica', iniciada em 1991, destacou o IBGE em nota.
Na comparação mensal, 19 dos 27 setores pesquisados tiveram crescimento da atividade, com destaque para Alimentos (3,9 por cento), Produtos de metal (12,8 por cento) e Veículos automotores (3,5 por cento).
Entre as categorias de uso, os bens de consumo duráveis tiveram a maior alta, de 2,7 por cento, depois de caírem 10 por cento no mês anterior.
Também tiveram expansão as produções de bens de capital (1,7 por cento) e de bens intermediários (1,5 por cento), enquanto a de bens de consumo semi e não duráveis ficou estável.
Na comparação com o ano passado, também 19 dos 27 setores cresceram, sendo as principais altas de Veículos automotores (seis por cento) e Refino de petróleo e produção de álcool (oito por cento).
'Vale citar que maio de 2011 (com 22 dias) teve um dia útil a mais que maio de 2010', acrescentou o IBGE.
Todos os segmentos da categoria de uso tiveram alta, sendo de 7,1 por cento em bens de capital; 2,4 por cento em bens intermediários; 2,3 por cento em bens de consumo duráveis; e de dois por cento em bens de consumo semi e não duráveis.
O IBGE revisou o dado da produção em abril em relação a março, de queda preliminar de 2,1 por cento para recuo de 1,2 por cento.
No ano, a produção da indústria acumula até maio expansão de 1,8 por cento.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier e Denise Luna)