sexta-feira, 4 de maio de 2012

Dilma: juros, câmbio e impostos são "amarras" contra crescimento

A presidente Dilma Rousseff elencou na manhã desta quinta-feira três problemas prioritários que ela considera para o crescimento do País, ela os classificou de "três amarras", mas ponderou que são obstáculos difíceis e que as mudanças não ocorrerão "do dia para a noite".
"Queremos um País com taxas de juros compatíveis com aquelas aplicadas no mercado internacional. Queremos que o nosso câmbio não seja objeto de políticas monetárias expansionistas", disse a presidente, criticando a desvalorização do câmbio no mundo, que torna os produtos brasileiros menos competitivos no exterior.
"Queremos que o País tenha impostos mais baixos para assegurar a produtividade dos seus produtos e dos seus processos de trabalho: através da educação e da capacitação do nosso trabalhador", terminou de listar a presidente.
Dilma já "declarou guerra" aos juros praticados pelos bancos e deverá anunciar nesta quinta-feira um novo cálculo para a correção da caderneta de poupança. A mudança será fundamental para que a taxa básica de juros possa cair mais sem afetar as contas do governo, com a migração maciça de investimentos de títulos da dívida do Tesouro Direto para a caderneta de poupança.

Censo comprova que Brasil reduz desigualdade

      Os avanços nos indicadores sociais do Brasil na última década, apontados pela amostra do Censo 2010, mostram que o País está no caminho certo para erradicar a miséria, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Além do aumento de renda, os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) demonstram queda da mortalidade infantil e aumento da freqüência escolar, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, as mais pobres do País.
       A taxa de mortalidade infantil teve redução recorde: o índice de 2010 (veja tabela) é 47,5% menor do que o registrado em 2000. “Em uma década, a mortalidade infantil caiu praticamente pela metade”, afirma a ministra do MDS, Tereza Campello. O Nordeste teve a maior redução, de 58,6%. O IBGE reconhece a ampliação de políticas de acompanhamento da saúde e a melhor distribuição de renda como fatores preponderantes para a queda da mortalidade infantil.
       As mulheres grávidas beneficiárias da Bolsa Família têm 1,5 de consultas pré-natais a mais do que grávidas não beneficiárias com igual perfil socioeconômico. A quantidade de crianças nascidas entre 37 e 41 semanas é 14,1% maior nas famílias beneficiárias, em comparação as famílias não beneficiárias, apontam estudos do MDS.
       A freqüência escolar aumentou na população de 7 a 14 anos. No Nordeste, o percentual de crianças fora da escola caiu para 45,1%. No Norte, a queda foi de 50% em relação a 2000. Hoje, o Bolsa Família acompanha a freqüência escolar de 13,3 milhões de alunos entre seis e 15 anos.
       Natalidade - A ministra considera ainda que os dados do Censo contribuem para rebater “mitos” em torno do Bolsa Família. A taxa de fecundidade caiu especialmente nas regiões Nordeste (23,4%) e Norte (queda de 21,8%). “Os dados mostram que o Bolsa Família não incentiva a natalidade. Ao contrário. A queda é maior nas regiões que mais recebem os benefícios do programa”, assinala Tereza Campello. 
De acordo com a ministra, os resultados do Censo reforçam a opção do governo brasileiro por um modelo de desenvolvimento que prioriza a inclusão dos mais pobres, que fez do Brasil uma referência para o mundo em crescimento com inserção social.
       Mínimo e programas sociais melhoram padrão de vida
       Na avaliação do MDS, o aumento do salário mínimo, os programas de transferência de renda, como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC), e os incentivos fiscais para equipamentos da linha branca beneficiaram o consumo de bens duráveis das famílias mais pobres. No Nordeste, por exemplo, 86,5% dos domicílios têm geladeira e no Norte, 83,8%.
      A renda domiciliar melhorou especialmente no Nordeste, com crescimento de 25,5% entre 2000 e 2010. A região Norte ficou em terceiro lugar, com aumento de 21,6% - atrás somente do Centro-Oeste, com aumento de 23,4%.

Fonte: PT PR

Dilma: juros, câmbio e impostos são "amarras" contra crescimento

A presidente Dilma Rousseff elencou na manhã desta quinta-feira três problemas prioritários que ela considera para o crescimento do País, ela os classificou de "três amarras", mas ponderou que são obstáculos difíceis e que as mudanças não ocorrerão "do dia para a noite".
"Queremos um País com taxas de juros compatíveis com aquelas aplicadas no mercado internacional. Queremos que o nosso câmbio não seja objeto de políticas monetárias expansionistas", disse a presidente, criticando a desvalorização do câmbio no mundo, que torna os produtos brasileiros menos competitivos no exterior.
"Queremos que o País tenha impostos mais baixos para assegurar a produtividade dos seus produtos e dos seus processos de trabalho: através da educação e da capacitação do nosso trabalhador", terminou de listar a presidente.
Dilma já "declarou guerra" aos juros praticados pelos bancos e deverá anunciar nesta quinta-feira um novo cálculo para a correção da caderneta de poupança. A mudança será fundamental para que a taxa básica de juros possa cair mais sem afetar as contas do governo, com a migração maciça de investimentos de títulos da dívida do Tesouro Direto para a caderneta de poupança.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

ESPERANCA NA LUTA CONTRA O AVC

      O combate as seqüelas do acidente vascular cerebral (AVC), causado pela obstrução das artérias cerebrais, tem, enfim, uma grade novidade. Num experimento com cinomolgos, um tipo de macaco asiático com cérebro parecido com o dos humanos, pesquisadores obtiveram sucesso na redução dos danos cerebrais e outras seqüelas após um derrame, inibindo parcialmente a morte dos neurônios. Hoje, quase não existem alternativas para se enfrentar este problema que é uma das maiores causas de morte e de afastamento do trabalho no mundo.
      A pesquisa publicada na revista “Nature” foi conduzida no Hospital Ocidental de Toronto, Canadá, por Michael Tymianski e equipe que injetaram nos animais um inibidor da proteína PSD-95, que está ligada ä morte de neurônios depois de um AVC. A droga se mostrou eficiente para evitar seqüelas mesmo se aplicada até três horas depois do acidente vascular cerebral.
      O grupo de pesquisa concluiu que “a menos que existam diferenças fundamentais relevantes entre esses primatas e humanos que ainda são desconhecidas, a neuroprotecao usando inibidores de PSD-95 em humanos também deve ser factível”.

Aprender segunda língua pode aumentar poder do cérebro

Aprender uma segunda língua pode aumentar o poder do cérebro, segundo pesquisadores americanos. Os cientistas da Northwestern University dizem que o bilingüismo é uma forma de treinamento do cérebro - uma "ginástica" mental que apura a mente.
Falar duas línguas afeta profundamente o cérebro e muda a forma como o sistema nervoso reage ao som, segundo revelaram testes de laboratório.
Especialistas dizem que o estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences fornece evidências "biológicas" para isso. A equipe de pesquisadores monitorou as respostas do cérebro de 48 estudantes voluntários saudáveis - 23 dos quais bilíngües - a sons diferentes. Foram usados eletrodos no couro cabeludo para traçar o padrão das ondas cerebrais.
Sob condições laboratoriais silenciosas, os dois grupos - o bilíngüe e o de alunos que somente falavam ingleses - responderam da mesma forma. Mas em um contexto de conversa barulhenta, o grupo bilíngüe foi muito superior em processar os sons. Eles eram mais capazes de sintonizar informações importantes, como a voz do orador, e bloquear outros ruídos que distraem, como as conversas de fundo.
As diferenças de resposta dos dois grupos foram visíveis no cérebro. As reações do tronco cerebral dos que falam duas línguas foram intensificadas. De acordo com a professora Nina Kraus, que coordenou a pesquisa, "a experiência do bilíngüe é aprimorada, com resultados sólidos em um sistema auditivo que é altamente eficiente, flexível e focado no seu processamento automático de som, especialmente em condições complexas de escuta".
A pesquisadora disse: "As pessoas fazem palavras cruzadas e outras atividades para manter suas mentes afiadas. Mas as vantagens que temos descoberto em falantes de mais de uma língua vêm simples e automaticamente de conhecerem e usarem dois idiomas". "Parece que os benefícios do bilingüismo são poderosos e amplos, e incluem a atenção, seleção e codificação de som", completou. Músicos parecem ganhar um benefício semelhante quando ensaiando, dizem os pesquisadores. Pesquisas anteriores também sugerem que ser bilíngüe pode ajudar a afastar a demência.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

SONO MELHORA COM A IDADE

      Ao contrário do que se imaginava, uma pesquisa realizada com 150 mil adultos feita pelo Centro para Sono e Neurobiologia Circadiana da Universidade da Pennsylvania e publicada na Revista Sleep, relatou que a qualidade do sono aumenta com o passar do tempo e os entrevistados na faixa dos 80 anos é que informaram os melhores resultados. As reclamações sobre sono ruim foram caindo na medida em que a idade dos entrevistados avançava e houve apenas uma exceção num período por volta dos 40 anos, quando se registrou uma queda na qualidade do sono.
       Segundo Michael Grandner, um dos cientistas que comandou a pesquisa. O objetivo do estudo era levar as pessoas a repensarem o conceito sobre idade e baixa qualidade do sono. “As pessoas mais velhas estão se sentindo bem a respeito do próprio sono. A sensação em relação a isso melhora com a idade”, disse ele

LOIRA GELADA NÃO MATA A SEDE

Péssima noticia aos cultuadores de uma loira gelada nos dias de calor intenso ou depois de uma vibrante partida de futebol. “Cerveja não mata a sede e muito menos alivia a tensão. Pelo contrário. O álcool desidrata ainda mais o organismo e, em excesso, ele rouba as vitaminas do corpo importantes para combater e estresse”, diz a médica nutróloga Maria Del Rosário, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia. Segundo ela, a cerveja é metabolizada no fígado. Assim o corpo gasta mais vitaminas do complexo B para concluir este processo e são justamente estes nutrientes que ajudam o organismo a lidar melhor com o estresse. Se faltarem, aumentam a tensão, cansaço e estafa. Mas ela não é contra o happy hour e a festa pós jogo, desde que a bebida alcoólica seja moderada. “Mantenha a hidratação ao longo do evento, com água ou sucos naturais, se alimente antes de beber e opte por aperitivos ou pratos que contenham castanha, nozes e frutas cítricas (laranja e limão). Brócolis e pepino também ajudam porque são ricos em nutrientes normalmente eliminados com o consumo de álcool”, ensina ela